
Tudo pela bunda...
Baseado na obra do quadrinhista Lourenço Mutarelli, dirigido pelo publicitário Heitor Dhalia, roteiro de Marçal Aquino e Dhalia, o filme pode ser definido como um novo fator no cinema Brasileiro.
Ganhador de prêmios como o de Melhor Filme no Festival de São Paulo, Melhor Filme Latino Americano no Festival de Cinema do Rio de Janeiro e também a participação da Seleção Oficial de 2007 do Sundance film Festival.
O filme conta a história de Lourenço (Selton Mello), comprador de objetos usados e dono da própria loja instaurada em um velho galpão. Protegido por uma irritante secretária e um engraçado segurança (o próprio Lourenço Mutarelli) o filme foca no perverso jogo mental que Lourenço faz com seus clientes nesse momento de íntima fraqueza de seus clientes.
Na premissa de que tudo está à venda, o personagem central zomba dos princípios de seus clientes e pondo em prática até onde as pessoas são capazes de chegar por dinheiro.
O filme funciona muito bem, pois é uma soma de fatores favoráveis que o compõem. O Uso adequado da trilha sonora muito bem composta, os enquadramentos perfeitos que remetem a veia publicitária de Dhalia, a história muito bem elaborada e diálogos bem estruturados que na mão de Dhalia seguem um caminho perfeito.
Mas meus ínfimos elogios vão para o bem elaborado personagem central desde filme. Selton mais uma vez rouba a cena com sua irredutível interpretação de um personagem controverso.
Notamos no desenvolver do filme a evolução do personagem que desce do “paraíso ao inferno” para no final do filme voltar ao paraíso mais uma vez, per calçando uma trajetória duvidosa e de certo modo doentia pela neurose do desagradável cheiro no banheiro de seu escritório.
Em suma, um filme que para um consenso geral pode ser maçante e até mesmo chato, mas que para mentes abertas o filme pode ser uma inovação do cinema brasileiro em todos seus aspectos, por isso, reafirmo que este filme pode ser definido como um novo fator do cinema brasileiro.
Baseado na obra do quadrinhista Lourenço Mutarelli, dirigido pelo publicitário Heitor Dhalia, roteiro de Marçal Aquino e Dhalia, o filme pode ser definido como um novo fator no cinema Brasileiro.
Ganhador de prêmios como o de Melhor Filme no Festival de São Paulo, Melhor Filme Latino Americano no Festival de Cinema do Rio de Janeiro e também a participação da Seleção Oficial de 2007 do Sundance film Festival.
O filme conta a história de Lourenço (Selton Mello), comprador de objetos usados e dono da própria loja instaurada em um velho galpão. Protegido por uma irritante secretária e um engraçado segurança (o próprio Lourenço Mutarelli) o filme foca no perverso jogo mental que Lourenço faz com seus clientes nesse momento de íntima fraqueza de seus clientes.
Na premissa de que tudo está à venda, o personagem central zomba dos princípios de seus clientes e pondo em prática até onde as pessoas são capazes de chegar por dinheiro.
O filme funciona muito bem, pois é uma soma de fatores favoráveis que o compõem. O Uso adequado da trilha sonora muito bem composta, os enquadramentos perfeitos que remetem a veia publicitária de Dhalia, a história muito bem elaborada e diálogos bem estruturados que na mão de Dhalia seguem um caminho perfeito.
Mas meus ínfimos elogios vão para o bem elaborado personagem central desde filme. Selton mais uma vez rouba a cena com sua irredutível interpretação de um personagem controverso.
Notamos no desenvolver do filme a evolução do personagem que desce do “paraíso ao inferno” para no final do filme voltar ao paraíso mais uma vez, per calçando uma trajetória duvidosa e de certo modo doentia pela neurose do desagradável cheiro no banheiro de seu escritório.
Em suma, um filme que para um consenso geral pode ser maçante e até mesmo chato, mas que para mentes abertas o filme pode ser uma inovação do cinema brasileiro em todos seus aspectos, por isso, reafirmo que este filme pode ser definido como um novo fator do cinema brasileiro.